O Ibovespa fechou estável na sexta-feira 29/11, mas atingiu seu terceiro avanço mensal consecutivo, subindo 0,95% em novembro e 6,8% desde agosto. Na semana, a Bolsa teve uma queda de 0,5%.

Neste mês, o índice foi impactado por grandes eventos como o megaleilão do pré-sal, que frustrou expectativas ao atrair pouco capital estrangeiro. O governo levantou US$ 70 bilhões, ante projeções de que iria arrecadar R$ 106 bilhões. A principal compradora dos quatro blocos ofertados foi a Petrobras, que arrematou 90% de Búzios e 100% de Itapu.

Outro grande fator foi a soltura do ex-presidente Lula, que levou o mercado a cair diante da insegurança jurídica e política que surgiram como subprodutos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de acabar com a possibilidade de prisão em segunda instância.

Também vale lembrar as grandes tensões na América Latina, principalmente os protestos contra a política econômica liberal do presidente Sebastian Piñera no Chile. O ambiente incerto levou a uma depreciação em bloco das moedas de países latino-americanos. O real não escapou e acabou perdendo ainda mais valor depois do ministro da Economia, Paulo Guedes, dizer que é normal o dólar acima de R$ 4,00.

Do lado positivo, as negociações entre Estados Unidos e China para um acordo comercial avançaram, levando as bolsas internacionais a renovarem máximas, o que também teve reflexos positivos por aqui.

Em meio a estes e outros acontecimentos em novembro, o Fundo de Investimentos em Ações Amaril Franklin, obteve desempenho positivo ao apresentar 3,61% de valorização em suas cotas.

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