O Ibovespa encerrou o mês de novembro com expressivo ganho de 15,9%. Foi o maior avanço mensal do índice desde março de 2016, quando subiu 17%, e o melhor novembro da Bolsa desde 1999, ano em que o benchmark registrou uma valorização de 17,8% no penúltimo mês.

A alta da Bolsa em novembro foi acompanhada pela queda do dólar ante o real. A moeda dos Estados Unidos caiu 6,83% em relação à divisa brasileira. E, segundo analistas, os dois fenômenos estão interligados.

Em relatório, divulgado pela B3 ao mercado, destacamos que de janeiro a outubro os estrangeiros retiraram R$ 65,3 bilhões da bolsa brasileira, o que fez com que a nossa Bolsa fosse a pior do mundo em desempenho até o mês passado.

Já em novembro, esse quadro mudou radicalmente e o investimento estrangeiro na B3 teve um saldo positivo de R$ 30 bilhões. Este foi o maior valor mensal de entrada de recursos desde que a Bolsa começou a fazer esse levantamento, em 1995.

Um dos fatores que contribuíram para a entrada de capital na bolsa, foi o fim das incertezas relacionadas às eleições americanas, com a vitória consolidada do democrata Joe Biden e sem um controle absoluto do seu partido sobre o Congresso.

Já o segundo fator foi o avanço no desenvolvimento de vacinas contra o coronavírus. As taxas de eficácia acima de 90% na fase 3 de testes das profilaxias criadas por Pfizer/BioNTech, Moderna e Oxford/AztraZeneca animaram os investidores para perspectivas de um futuro livre das preocupações com a pandemia.

Os ventos favoráveis que passaram pelo mercado em novembro, contribuíram para que as cotas do Fundo de Investimentos em Ações Amaril Franklin entregassem resultado na mesma direção ao apresentado pelo Ibovespa. No penúltimo mês de 2020, o Fundo obteve valorização acima do índice, de excelentes 16,08% no período.

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