O Ibovespa fechou em alta na última sessão de Maio (31/05), dia de liquidez reduzida e baixo volume de negociação devido ao feriado de Memorial Day nos Estados Unidos. Com isso, a Bolsa estendeu os ganhos da última sexta, quando bateu máxima histórica.

Em maio, o índice acumulou uma valorização de 6,16%, completando o terceiro mês consecutivo de alta no benchmark. Entre os principais motivos para esse otimismo está o rali das commodities, que fez dispararem ações como Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3).

Esta alta apresentada pelo índice mês passado, também foi obtida, mas com maior intensidade, pelo Fundo de Investimentos em Ações Amaril Franklin, ao reportar a seus cotistas uma valorização de 7,50% em Maio, justamente por possuir em sua carteira, diversos papeis que fazem parte do Ibovespa.

No radar, os investidores acompanharam discursos do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, no Brazil Investment Forum.

Guedes afirmou que a dívida pública brasileira fechará 2021 próxima de 85% do PIB (Produto Interno Bruto), dos 86,7% atuais, graças à melhora na arrecadação. O ministro reiterou ainda que o governo poderá estender o auxílio emergencial pago a vulneráveis durante a pandemia da Covid-19.

Já Campos Neto comentou que o BC está otimista com a reação da economia e vigilante com a inflação. “Acho que a grande dúvida é o segundo semestre, o quanto de recuperação de serviços já veio, quanto vai vir”, disse Campos Neto. “Mas a gente acha que, olhando o tema da vacinação, vai nos proporcionar uma abertura, uma possibilidade de abertura maior no segundo semestre.”

Lá fora, foi publicado em 31/05, o relatório mais recente sobre perspectiva econômica da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) traz notícias positivas para a Zona do Euro. O relatório prevê recuperação econômica porém desigual.

A organização prevê alta de 5,8% no Produto Interno Bruto global em 2021, frente a uma contração de 3,5% em 2020. Para o G20, prevê crescimento de 6,3%, e para a Zona do Euro, de 4,3%. Entre os principais desafios, o relatório lista a falta de vacinas para países não desenvolvidos.

Também no internacional, quem movimentou o pregão foram os PMIs (Índices Gerentes de Compras) da China. O PMI composto do país chegou, em maio, ao terceiro mês de aceleração, a 54,1 pontos. Já o PMI industrial caiu de 51,1 pontos em abril para 51 pontos em maio.

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