O último pregão do mês teve aquilo que o Ibovespa mais passou ao longo de novembro: volatilidade. O índice de referência para o mercado brasileiro de ações testou um suporte técnico importante, quase perdendo os 100 mil pontos.

Novembro foi o quinto mês consecutivo de queda para o Ibovespa, a Bolsa brasileira perdeu oportunidades de recuperação antes de cair ainda mais, junto com as Bolsas estrangeiras.

Para muitos analistas, a principal trava de crescimento para o Ibovespa no mês foram os riscos políticos e fiscais. No momento os principais problemas para a bolsa brasileira são locais. O foco está na PEC dos precatórios que vai definir como será financiado o auxílio de R$400. A preocupação não é apenas de onde virá o recurso, mas até onde podem ir os gastos.

O Ibovespa foi à mínima do dia, no último pregão de novembro, depois que porta-vozes do Banco Central dos Estados Unidos sinalizaram que as medidas de estímulo no país podem ser retiradas mais cedo que se pensava. O chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, admitiu que a variante ômicron poderia reduzir a disposição das pessoas para trabalhar pessoalmente, o que desaceleraria o progresso no mercado de trabalho e intensificaria as interrupções na cadeia de suprimentos.

Mas ainda assim, adotou um tom mais voltado para a alta na taxa de juros, afirmando que o Federal Reserve poderia encerrar o processo de injetar liquidez na economia antes do planejado.

Os juros nos Estados Unidos, atualmente, estão próximos a zero. Uma elevação da taxa aumentaria a rentabilidade e atratividade dos títulos do Tesouro americano, que são considerados os mais seguros do mundo. Isso tiraria capital de investimentos de risco e sobretudo de países emergentes, como Brasil.

O Ibovespa pode ter fechado longe da mínima do dia, mas encerrou a sessão com pontuação de fechamento mais baixa desde julho do ano passado. O índice recuou 0,87%, aos 101.015 pontos. O volume financeiro negociado ficou em R$ 43,1 bilhões, acima da média. No mês, o Ibovespa recuou 1,52%.

O Fundo de Investimentos em Ações Amaril Franklin, foi na contramão do mercado em Novembro e apresentou resultado positivo no mês. As cotas da carteira do Fundo, reportaram 2,36% de valorização no período, motivado principalmente por boa parte de sua carteira ser composta de Ações que fazem parte do índice e apresentaram bom desempenho.

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