{"id":5495,"date":"2019-10-17T11:04:32","date_gmt":"2019-10-17T14:04:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.amarilfranklin.com.br\/?p=5495"},"modified":"2019-10-17T11:04:32","modified_gmt":"2019-10-17T14:04:32","slug":"pesquisa-do-ibge-registra-que-brasil-teve-saldo-negativo-de-empresas-pelo-4o-ano-consecutivo-em-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.amarilfranklin.com.br\/index.php\/2019\/10\/17\/pesquisa-do-ibge-registra-que-brasil-teve-saldo-negativo-de-empresas-pelo-4o-ano-consecutivo-em-2017\/","title":{"rendered":"Pesquisa do IBGE registra que Brasil teve saldo negativo de empresas pelo 4\u00ba ano consecutivo em 2017"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section admin_label=&#8221;section&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;row&#8221; make_fullwidth=&#8221;off&#8221; use_custom_width=&#8221;off&#8221; width_unit=&#8221;on&#8221; use_custom_gutter=&#8221;off&#8221; allow_player_pause=&#8221;off&#8221; parallax=&#8221;off&#8221; parallax_method=&#8221;off&#8221; make_equal=&#8221;off&#8221; parallax_1=&#8221;off&#8221; parallax_method_1=&#8221;off&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text admin_label=&#8221;Texto&#8221; background_layout=&#8221;light&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221;]<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Levantamento do \u00f3rg\u00e3o aponta que pa\u00eds perdeu 22.932 empresas em 2017. Eletricidade e g\u00e1s foi a atividade que apresentou a maior taxa de entrada de empresas no mercado em 2017 (23,3%), enquanto constru\u00e7\u00e3o registrou a maior taxa de sa\u00edda (20,8%).<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Carlos Brito, G1 Rio<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">17\/10\/2019<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil registrou saldo negativo de empresas formais \u2013 houve mais empresas fechadas que abertas no pa\u00eds. O levantamento faz parte Demografia das Empresas e Empreendedorismo 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a pesquisa, em 2017 o saldo de empresas &#8211; registrado pela diferen\u00e7a entre entradas e sa\u00eddas \u2013 permaneceu negativo, da mesma forma como ocorreu em 2014, 2015 e 2016. Em 2017, as sa\u00eddas de empresas do mercado totalizaram 699,4 mil e as entradas somaram 676,4 mil. Ou seja, naquele ano o pa\u00eds perdeu um total de 22.932 empresas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisa analisa a din\u00e2mica empresarial atrav\u00e9s de indicadores de entrada, sa\u00edda, reentrada e sobreviv\u00eancia das empresas no mercado, pessoal ocupado assalariado, estat\u00edsticas das empresas de alto crescimento e gazelas, al\u00e9m de indicadores relativos \u00e0s unidades locais das empresas e atividades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2014, foram 217.687 empresas a menos. Em 2015, 4.984 fecharam as portas. Em 2016, 71.077 empresas deixaram de existir. As 22.932 empresas que passaram a n\u00e3o operar mais em 2017 consolidaram o quarto ano negativo em sequ\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Os n\u00fameros de 2017 s\u00e3o melhores que os de 2016, mas ainda est\u00e3o muito aqu\u00e9m dos \u00edndices que t\u00ednhamos no in\u00edcio da d\u00e9cada de 2010, quando o n\u00famero de empresas que entravam no mercado era muito maior&#8221;, explicou a t\u00e9cnica da Coordena\u00e7\u00e3o de Cadastro e Classifica\u00e7\u00e3o, Denise Guichard Freire.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ano de 2017 marcou o in\u00edcio da recupera\u00e7\u00e3o da economia brasileira, ap\u00f3s mais de 2 anos de recess\u00e3o. Em 2017, o PIB do pa\u00eds registrou alta de 1,1%, ap\u00f3s retra\u00e7\u00e3o de 3,5% em 2015 e de 3,3% em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2017, o Cadastro Central de Empresas (Cempre) somava 4,5 milh\u00f5es de empresas ativas, que ocupavam 38,4 milh\u00f5es de pessoas, sendo 31,9 milh\u00f5es (83,1%) como assalariadas e 6,5 milh\u00f5es (16,9%) como s\u00f3cio ou propriet\u00e1rio.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">N\u00famero de assalariados<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">No comparativo com 2016, 2017 registrou um decr\u00e9scimo de 0,5% no n\u00famero de empresas que fecharam e de 0,4% tanto no pessoal ocupado total (163 mil) quanto no pessoal ocupado assalariado (134,9 mil).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2017, as entradas de empresas no mercado representaram 829,4 mil pessoas assalariadas no mercado de trabalho formal, um ganho de 2,6%. As sa\u00eddas, por sua vez, corresponderam a um total de 469,4 mil pessoas assalariadas, o que gerou uma perda de 1,5%. A diferen\u00e7a entre entradas e sa\u00eddas resultou em um saldo positivo de pessoal assalariado de 360 mil pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na compara\u00e7\u00e3o com 2016, as entradas de empresas no mercado foram 4,3% maiores e ocasionaram um acr\u00e9scimo de pessoal ocupado assalariado de 12,2%. As sa\u00eddas de empresas, por sua vez, foram 2,8% menores e, no pessoal ocupado assalariado, redu\u00e7\u00e3o de 7,4%.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Taxa de sobreviv\u00eancia foi de 84,8%<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">A taxa de sobreviv\u00eancia das empresas ativas no Brasil em 2017 &#8211; que estiveram em opera\u00e7\u00e3o entre 2016 e 2017 \u2013 foi de 84,8%, o que representa 3,8 milh\u00f5es de empresas. J\u00e1 a taxa de entrada ficou em 15,2% e a de sa\u00edda, 15,7%. Com isso, o saldo de empresas foi negativo (menos 22,9 mil).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As regi\u00f5es Sul (86,6%) e o Sudeste (85,0%) registraram as maiores taxas de sobreviv\u00eancia de empresas, enquanto as maiores taxas de entrada e sa\u00edda foram observadas nas regi\u00f5es Norte (19,0% e 18,8%), Centro-Oeste (17,2% e 16,4%) e Nordeste (16,9% e 16,9%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eletricidade e g\u00e1s foi a atividade que apresentou a maior taxa de entrada de empresas no mercado em 2017 (23,3%), enquanto constru\u00e7\u00e3o registrou a maior taxa de sa\u00edda (20,8%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do total de pessoas ocupadas (38,4 milh\u00f5es) em 2017, 95,6% estavam nas empresas sobreviventes; 4,4%, nas entrantes e 3,6%, nas que sa\u00edram do mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O percentual de pessoal ocupado assalariado masculino foi maior nas empresas sobreviventes (60,9%) do que nas que entraram (57,6%) e nas que sa\u00edram (59,5%). J\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o do pessoal assalariado sem n\u00edvel superior foi de 85,7% nas empresas sobreviventes, 91,3% nas que entraram no mercado e 92,4% nas que sa\u00edram.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Empreendedorismo<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o ao empreendedorismo, o n\u00famero de empresas de alto crescimento (20.306) foi o menor da s\u00e9rie iniciada em 2008 (30.954), enquanto o maior foi registrado em 2012 (35.206). Entre 2016 e 2017, houve redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de empresas de alto crescimento, tanto em termos absolutos (692 empresas) como relativos (3,3%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As empresas de alto crescimento representavam 0,5% das empresas ativas, 0,8% das empresas com pessoas ocupadas assalariadas e 4,5% das empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Regi\u00e3o Sudeste apresentou a maior concentra\u00e7\u00e3o de unidades locais e de pessoal ocupado, tanto nas empresas de alto crescimento (49,2% e 50,8%) como nas empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas (49,5% e 52,9%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do total de empresas de alto crescimento, 11,9% eram as chamadas &#8220;gazelas&#8221;, que crescem muito e r\u00e1pido (2.422) \u2013 estas empregavam 198,8 mil pessoas assalariadas. A maioria dessas empresas estava na faixa de 10 a 49 assalariados (59,9%). Entre os assalariados, a maior participa\u00e7\u00e3o era de homens (64,5%) e de pessoas sem n\u00edvel superior completo (89,7%).<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobreviv\u00eancia<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as empresas que nasceram em 2012, a taxa de sobreviv\u00eancia foi de 78,9% ap\u00f3s 1 ano de funcionamento (2013), 64,5% ap\u00f3s 2 anos (2014), 55% ap\u00f3s 3 anos (2015), 47,2% ap\u00f3s 4 anos (2016) e 39,8% ap\u00f3s 5 anos (2017).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As empresas que nasceram em 2008 tiveram as maiores taxas de sobreviv\u00eancia num per\u00edodo de cinco anos. Do total de empresas que nasceram em 2008 (558,6 mil), 81,5% sobreviveram at\u00e9 2009, 70,8% sobreviveram ap\u00f3s dois anos, 61,0% ap\u00f3s tr\u00eas anos e 47,8% ap\u00f3s cinco anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 as menores taxas de sobreviv\u00eancia foram observadas dentre as empresas que nasceram em 2013: 71,9% sobreviveram ap\u00f3s 1 ano, 61,0% ap\u00f3s 2 anos, 51,5% ap\u00f3s 3 anos e 42,6% ap\u00f3s cinco anos.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><strong>Mobilidade<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2016, 38,6% das empresas estavam na faixa de 0 pessoas ocupadas assalariadas; 50,4%, na faixa de 1 a 10; 9,1%, na faixa de 11 a 49; e 1,8%, na faixa de 50 ou mais. J\u00e1 em 2017, o percentual era: 40,7% (faixa de 0 pessoas ocupadas assalariadas), 47,7% (faixa de 1 a 10), 8,6% (faixa de 11 a 49) e 1,7% (faixa de 50 ou mais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mobilidade das empresas sobreviventes de 2016 para 2017, 86,3% das empresas se mantiveram na faixa de pessoal ocupado assalariado, 5% mudaram para faixa superior e 7,3% ca\u00edram para faixa inferior de pessoal assalariado.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_post_nav admin_label=&#8221;Navega\u00e7\u00e3o da postagem&#8221; in_same_term=&#8221;on&#8221; hide_prev=&#8221;off&#8221; hide_next=&#8221;on&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221;] [\/et_pb_post_nav][et_pb_post_nav admin_label=&#8221;Navega\u00e7\u00e3o da postagem&#8221; in_same_term=&#8221;on&#8221; hide_prev=&#8221;on&#8221; hide_next=&#8221;off&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221;] [\/et_pb_post_nav][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento do \u00f3rg\u00e3o aponta que pa\u00eds perdeu 22.932 empresas em 2017. 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