Participantes do Mercado

Emissores

  • Companhias abertas
  • Fundos de Investimento

Administradores de Mercado

  • Bolsas de Valores
  • Depositárias
  • Câmaras de Compensação e Liquidação

Outros

  • Analistas de Mercado de Valores Mobiliários
  • Empresas de Auditoria
  • Consultorias

 Intermediários

São instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

  • Bancos de Investimento
  • Corretoras de Mercadorias
  • Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários
  • Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários
  • Agentes autônomos de investimento
  • Administradores de carteiras

Estas Instituições podem ajudar você a escolher as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, já que elas contam com profissionais especializados em análise de mercado, de setores da economia e de companhias. Por acompanharem o mercado o tempo todo, avaliando os principais acontecimentos, as empresas que estão progredindo e os fatores que podem gerar mudanças de cenário, os Intermediários prestam um serviço essencial aos investidores.

A Amaril Franklin é uma Corretora de Títulos e Valores Mobiliários, para a compra e venda de ações, você sempre irá precisar de uma Corretora de Valores Mobiliários.

Investidores

São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de ganhos a médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de Corretoras e distribuidoras de valores, as quais executam suas ordens e recebem corretagens pelo seu serviço.

São exemplos de investidores:

  • Pessoas Físicas
  • Institucionais
  • Empresas
  • Estrangeiros
  • Outros

Investidores são os clientes das Corretoras.

Orgãos Reguladores

Banco Central do Brasil (Bacen)

O Banco Central do Brasil também foi criado pela Lei nº 4.595/1964, junto com o CMN. Ele é o principal responsável pelo controle da inflação brasileira, fazendo esse controle por meio da regulação da quantidade de moeda disponível na economia. Sendo uma das suas funções a determinação da taxa SELIC, que é a taxa básica de juros da economia do país, na qual diversos investimentos e contratos são baseados.

Também é de responsabilidade do Bacen supervisionar todas as instituições financeiras que atuam no país, desde bancos tradicionais, corretoras de valores, fintechs, entre outras. Sendo que, quando algum tipo de problema é identificado em qualquer uma dessas instituições, o Bacen é o primeiro órgão a interferir.

O Banco Central (BC) é o guardião dos valores do Brasil. O BC é uma autarquia federal, vinculada – mas não subordinada – ao Ministério da Economia.

Confira mais informações.

Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

A CVM é um órgão regulador de investimentos que está subordinado ao CMN, mas que possui autonomia para criar as suas próprias normas de mercado. Tem o objetivo de fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil.

A CVM é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Economia, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade administrativa independente, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes, e autonomia financeira e orçamentária.

Principais funções da CVM: regular a bolsa de valores, normatizar fundos de investimentos, definir diretrizes para a emissão de ativos mobiliários, controlar os processos de abertura de capital de empresas, fiscalizar bancos de investimentos, corretoras de valores e agentes financeiros, elaborar regras para os participantes do mercado de capitais, etc.

Confira mais informações.

Conselho Monetário Nacional (CMN)

O Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão superior do Sistema Financeiro Nacional e tem a responsabilidade de formular a política da moeda e do crédito, objetivando a estabilidade da moeda e o desenvolvimento econômico e social do País.

Este conselho é formado por três cadeiras: a presidência cabe ao Ministro da Economia e as demais ao presidente do Banco Central do Brasil (Bacen) e ao secretário Especial da Fazenda, do Ministro da Economia.

Confira mais informações.

B3

A B3 foi criada em 2017 a partir da fusão da BM&FBOVESPA (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) e da CETIP (Central de Custódia e de Liquidação Financeira). O nome B3 vem das iniciais de Brasil, Bolsa e Balcão. Todos os investimentos relacionados à renda variável do país são negociados por meio da B3. 

Portanto, as ações de empresas de capital aberto que atuam no Brasil são todas negociadas através dos pregões desta empresa. Ela também é responsável por registrar diversas outras transações de investimentos, como em renda fixa e tesouro direto. Isso é feito pelo Canal Eletrônico do Investidor, no qual cada investidor poderá consultar como estão os seus ativos diretamente no site da B3.

Confira mais informações.

Ancord

A Associação Nacional de Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (Ancord) representa empresas que atuam no mercado financeiro e todos os agentes autônomos de investimento.

Ainda, todas as pessoas que querem trabalhar como agentes autônomos de investimento devem ser certificados por meio da prova da Ancord. Este é o único órgão que tem autorização da CVM para realizar tal certificação.

Ela também oferece uma grande diversidade de cursos e treinamentos. O que é importantíssimo para conseguir estabelecer um bom padrão de atuação e boas práticas no mercado financeiro.

Confira mais informações.

Anbima

Anbima (Associação Brasileira das Entidades de Mercados Financeiro e de Capitais) é um órgão autorregulador de investimentos. Isso porque ela não é um órgão governamental, mas sim uma associação privada, que foi criada e é gerida pelos próprios atores do mercado financeiro.

Ainda, a Anbima é a responsável pela emissão e criação de regras e códigos que não são obrigatórios para as instituições financeiras, mas que estimulam boas práticas no mercado de capitais.

Confira mais informações.