O Ibovespa fechou em queda na última quinta-feira de outubro, mas terminou com uma expressiva alta de 2,36% no mês, impulsionado pela aprovação da reforma da Previdência no Senado, pelo acordo comercial parcial entre Estados Unidos e China e pelo novo corte de juros promovido pelo Banco Central. O dólar comercial, por sua vez, recuou 3,52% nos últimos 31 dias.

O primeiro desses fatores foi a trégua entre EUA e China. O acordo, anunciado no dia 11, prevê aumento nas compras de produtos agrícolas americanos pelos chineses e flexibiliza alguns aspectos do tratamento que o país asiático faz da propriedade intelectual de quem opera lá. Em troca, os EUA se comprometeram a não levar adiante o aumento de 25% para 30% nas tarifas sobre US$ 250 bilhões em produtos chineses.

A reforma da Previdência, por sua vez, foi aprovada no dia 23, com 60 votos favoráveis e 19 contrários no plenário do Senado. O texto estabeleceu, entre outras mudanças, uma idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, o que deve trazer uma economia de R$ 800 bilhões aos cofres públicos em dez anos.

Levando-se em conta estes e outros acontecimentos do mês, o resultado entregue pelo Fundo de Investimentos em Ações Amaril Franklin, veio em linha com o Ibovespa ao obter 2,58% de valorização em outubro.

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